História
Em 2003 já existia uma versão do Sicc sendo utilizada por apenas 6 comarcas. Em Curitiba utilizava-se um outro sistema chamado Fórum. No entanto, o Sic (como era chamado na época) não tinha uma base de dados centralizada, ficando os dados relativos à cada comarca armazenados localmente e sem acesso às demais.
Naquele ano, foi lançada a versão Sicc3 que o reformulava totalmente e que trazia um banco de dados centralizado permitindo acesso aos dados de cada comarca pela Corregedoria Geral da Justiça e uma administração também centralizada, possibilitando a realização de backups e auditorias, por exemplo.
Em 2008, o Sicc foi mais uma vez profundamente reformulado para possibilitar a implantação na Capital e trouxe novos recursos como distribuição automática dos processos, a separação dos atos processuais dos movimentos físicos dos processos, controle de apreensões, emissão de documentos, controle de jurados, entre outros.
Desde 2008, diversas melhorias foram sendo disponibilizadas no sistema como a publicação automática no Diário da Justiça Eletrônico e, desde outubro de 2011, o recurso de emissão de cartas precatórias criminais totalmente eletrônica, que possibilita a emissão e o acompanhamento de todos os atos praticados na carta precatória pelo juízo deprecado, além de realizar a troca de mensagens entre os juízos deprecantes e deprecados.
Novas melhorias estão sendo desenvolvidas para facilitar cada vez mais o trabalho das escrivanias criminais e prover ferramentas modernas de gerenciamento de processos, voltadas também a facilitar o trabalho de monitoramento pela Corregedoria Geral da Justiça.