SELEÇÃO DE DECISÕES

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DOCUMENTO 1
 

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Processo:
0001022-32.2024.8.16.0099
(Acórdão)
Segredo de Justiça: Não
Relator(a): substituto jefferson alberto johnsson
Órgão Julgador: 6ª Câmara Cível
Comarca: Jaguapitã
Data do Julgamento: Tue Feb 10 00:00:00 BRT 2026
Fonte/Data da Publicação:  Wed Feb 11 00:00:00 BRT 2026

Ementa

DIREITO PREVIDENCIÁRIO. APELAÇÃO CÍVEL. SENTENÇA DE IMPROCEDÊNCIA DE CONCESSÃO DE AUXÍLIO-ACIDENTE POR LESÃO DECORRENTE DE ACIDENTE DE TRABALHO. PLEITO PELA REFORMA. IMPOSSIBILIDADE. DOENÇA DE CUNHO DEGENERATIVO. AUSÊNCIA DE NEXO DE CAUSALIDADE COM O LABOR EXERCIDO. ADEMAIS, AUSÊNCIA DE INCAPACIDADE ATESTADA PELO PERITO. SENTENÇA MANTIDA. RECURSO DESPROVIDO. I. Caso em exame 1. Apelação cível interposta contra sentença que julgou improcedentes os pedidos de concessão de auxílio-acidente, em razão de lesão no joelho esquerdo, alegadamente decorrente de acidente de trabalho. A autora sustentou que a lesão reduziu sua capacidade laboral e impediu seu retorno às funções anteriores, requerendo a reforma da decisão para a implantação do benefício. A sentença recorrida concluiu pela ausência de nexo causal entre a lesão e o trabalho exercido, resultando na improcedência dos pedidos. II. Questão em discussão 2. A questão em discussão consiste em saber se estão preenchidos os requisitos legais para a concessão do auxílio-acidente em razão de lesão no joelho esquerdo, decorrente de acidente de trabalho reconhecido em reclamatória trabalhista. III. Razões de decidir 3. A perícia médica concluiu pela ausência de nexo causal entre a lesão e o acidente de trabalho, afirmando que a doença é degenerativa e não causa incapacidade laboral. 4. A autora não demonstrou o preenchimento dos requisitos legais para a concessão do auxílio-acidente, conforme o artigo 86 da Lei nº 8.213/1991. 5. A decisão anterior foi mantida, pois a autora não apresentou provas que infirmassem as conclusões do perito. Resumo em linguagem acessível: A decisão do tribunal foi de não conceder o benefício de auxílio-acidente à autora, que alegou ter uma lesão no joelho causada por seu trabalho. O juiz entendeu que não ficou provado que a lesão estava relacionada ao trabalho, pois a perícia médica mostrou que a condição da autora era degenerativa e não causava incapacidade para o trabalho. Assim, como não houve comprovação do nexo entre a lesão e o trabalho, o pedido foi negado e a sentença anterior foi mantida. A autora pode, se desejar, buscar o benefício na Justiça Federal, que é a instância correta para questões previdenciárias.