Ementa
DIREITO ADMINISTRATIVO E DIREITO DO TRABALHO. AÇÃO DECLARATÓRIA C/C INDENIZATÓRIA. DESVIO DE FUNÇÃO E ADICIONAL DE INSALUBRIDADE. SERVIDOR PÚBLICO MUNICIPAL. RECURSO DE APELAÇÃO DO MUNICÍPIO DE TIBAGI NÃO PROVIDO. SENTENÇA ALTERADA PARCIALMENTE EM REEXAME NECESSÁRIO, POSTERGANDO-SE A FIXAÇÃO DO PERCENTUAL DOS HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS PARA A FASE DE LIQUIDAÇÃO E FIXANDO-SE, DESDE LOGO, OS CONSECTÁRIOS LEGAIS DA CONDENAÇÃO. I. Caso em exame1. Apelação cível interposta pelo Município de Tibagi contra a sentença que reconheceu o desvio de função de servidor público contratado para o cargo de vigia, por exercer habitualmente atividades de operador de máquinas pesadas, e condenou o Município ao pagamento das diferenças salariais correspondentes, com reflexos, no período de 15/07/2019 a agosto/2023, além do adicional de insalubridade de 20% no período de abril de 2022 a agosto de 2023. O recurso questiona, entre outros pontos, a extensão do pagamento do adicional de insalubridade, cuja sentença foi integralmente favorável ao autor.II. Questão em discussão2. A questão em discussão consiste em saber se houve desvio de função no exercício habitual de atividades de operador de máquinas pesadas por servidor contratado para o cargo de vigia, com direito ao pagamento das diferenças salariais correspondentes e adicional de insalubridade, bem como a adequação do período de incidência do referido adicional.III. Razões de decidir3. Comprovado o desvio de função, pois o autor exerceu habitualmente atividades de operador de máquinas pesadas, diferentes daquelas do cargo de vigia para o qual foi contratado, garantindo-lhe o direito às diferenças salariais correspondentes, conforme o enunciado da Súmula 378/STF.4. O adicional de insalubridade em grau médio (20%) é devido no período em que o autor desempenhou a função de operador de máquinas (abril de 2022 a agosto de 2023), pois a exposição a agentes nocivos foi constatada no laudo pericial, que tem natureza declaratória e não condiciona o direito à data de sua juntada aos autos.5. Os honorários advocatícios devem ter o percentual fixado na fase de liquidação da sentença, por se tratar de condenação ilíquida, conforme artigo 85, §4º, II, do CPC.6. Devem ser aplicados os consectários legais da condenação, com correção monetária pelo IPCA-E e juros de mora até 08/12/2021, e, a partir dessa data, incidência exclusiva da taxa SELIC, conforme entendimento do STF e preconizado na Emenda Constitucional nº 113/2021.IV. Dispositivo e tese7. Apelação cível conhecida e desprovida, alterando-se parcialmente a sentença em reexame necessário.Tese de julgamento: O servidor público que exerce habitual e continuadamente função diversa daquela para a qual foi investido mediante concurso público faz jus ao pagamento das diferenças salariais correspondentes ao desvio de função, com seus reflexos legais, sem alteração do cargo de origem e limitado ao período quinquenal de prescrição, sendo devido o adicional de insalubridade quando comprovada a exposição a agentes nocivos durante o exercício da função diversa.
(TJPR - 2ª Câmara Cível - 0001722-89.2024.8.16.0169 - Tibagi - Rel.: DESEMBARGADOR ESPEDITO REIS DO AMARAL - J. 06.07.2026)
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Acórdão
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TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO PARANÁ 10ª CÂMARA CÍVEL Autos nº. 0131680-19.2025.8.16.0000 Recurso: 0131680-19.2025.8.16.0000 AI Classe Processual: Agravo de Instrumento Assunto Principal: Condomínio Agravante(s): Imobiliária Alvitrar Ltda Agravado(s): CONDOMINIO EDIFICIO PARK AVENUE AGRAVO DE INSTRUMENTO – EXECUÇÃO DE TAXAS CONDOMINIAIS – DECISÃO AGRAVADA QUE INDEFERIU A TUTELA DE URGÊNCIA REQUERIDA PARA IMEDIATA LIBERAÇÃO DOS VALORES BLOQUEADOS VIA SISBAJUD, DETERMINANDO A INTIMAÇÃO DO EXEQUENTE PARA MANIFESTAÇÃO SOBRE O BEM INDICADO PARA SUBSTITUIÇÃO DA PENHORA – INSURGÊNCIA DA EXECUTADA, COM ALEGAÇÕES SOBRE A NULIDADE DA CITAÇÃO E A SUBSTITUIÇÃO DA PENHORA, EXTRAPOLANDO O CONTIDO NA DECISÃO AGRAVADA – NÃO CONHECIMENTO, SOB PENA DE SUPRESSÃO DE INSTÂNCIA E DESRESPEITO AO DUPLO GRAU DE JURISDIÇÃO – PERDA SUPERVENIENTE DO OBJETO, ADEMAIS, EM RELAÇÃO AO LEVANTAMENTO LIMINAR POSTULADO, ANTE A SUA ANÁLISE PELO JUÍZO A QUO, NA DECISÃO SUBSEQUENTE QUE INDEFERIU A SUBSTITUIÇÃO DAQUELA PENHORA. Agravo de instrumento não conhecido. Vistos e examinados estes autos de Agravo de Instrumento nº 0131680-19.2025.8.16.0000 (NPU 0039835-34.2024.8.16.0001), da 19ª Vara Cível do Foro Central da Comarca da Região Metropolitana de Curitiba, em que figuram, como Agravante, Imobiliária Alvitrar Ltda. e, como Agravado, Condomínio Edifício Park Avenue. 1. Trata-se de agravo de instrumento interposto por Imobiliária Alvitrar Ltda., da decisão (mov. 65.1) que nos autos da execução de título extrajudicial promovido pelo Condomínio Edifício Park Avenue, indeferiu o pedido de “imediato desbloqueio dos valores constritos via Sisbajud, considerando que a análise do pedido de substituição da penhora depende da prévia manifestação da parte exequente, nos termos do art. 847, § 4º, do CPC”. Em suas razões recursais, a Agravante pede, de início, a concessão da assistência judiciária gratuita, diante do “encerramento de suas atividades comerciais e da comprovação documental da insuficiência econômica”. Quanto ao mérito, defende que o bloqueio via Sisbajud do valor de R$.9.013,49 “atingiu integralmente a única fonte de recursos mensais da empresa, inviabilizando a continuidade do adimplemento de suas obrigações regulares”. Aduz que “desde ao falecimento de seu sócio majoritário, Sr. Olmir Mingotti, ocorrido na data de 05 de abril de 2021, a Agravante encerrou suas atividades comerciais, passando a sobreviver exclusivamente das rendas de aluguéis de imóveis próprios, as quais são integralmente destinadas à quitação de dívidas judiciais, extrajudiciais e custas de inventário (...), de natureza alimentar e sucessória”. Assevera que “os valores recebidos mensalmente pela Agravante – cerca de R$ 9.000,00 – são imediatamente destinados ao pagamento das seguintes obrigações mensais fixas”, concluindo que “a constrição judicial recaiu justamente sobre a totalidade dos recursos que sustentam o cumprimento dessas obrigações, atingindo não apenas a pessoa jurídica agravante, mas também terceiros credores e compromissos assumidos perante o próprio Poder Judiciário”. Enuncia que “antes mesmo do bloqueio, a Agravante nem sequer havia sido regularmente citada, uma vez que o mandado de citação foi encaminhado a endereço diverso daquele em que a empresa efetivamente se encontra, conforme se depreende dos autos. Tal vício processual é grave, pois impede a formação válida da relação processual executiva, em flagrante violação ao disposto no art. 239 do Código de Processo Civil, que exige a citação válida do executado como condição de existência e regularidade do processo”. Adiciona que “a constrição atinge valores de natureza alimentar e funcionalmente essenciais à empresa, cuja manutenção financeira depende exclusivamente desses recursos”. Argumenta que “ofereceu bem livre e desembaraçado para substituição do bloqueio/penhora, nos termos do art. 847 do CPC, consistente no Conjunto nº 46 localizado no Edifício Minerva Barão, matriculado sob nº 46.581 do Cartório de Registro de Imóveis de Curitiba/PR, com avaliação estimada no valor de R$ 190.000,00 (cento e noventa mil reais)”. Sintetiza que “a manutenção do bloqueio de numerário revela-se medida desproporcional e injustificável, pois, além de incidir sobre valores essenciais à subsistência financeira da agravante, ignora a oferta de bem idôneo e de valor muito superior ao débito, contrariando o princípio da menor onerosidade da execução (art. 805 do CPC) e comprometendo a própria finalidade do processo executivo, que deve buscar a satisfação do crédito sem sacrificar desnecessariamente o patrimônio do devedor”. Ao final, pede a concessão de efeito ativo, “para determinar o imediato desbloqueio dos valores constritos ou, alternativamente, a substituição da penhora pelo imóvel de matrícula nº 46.581(Edifício Minerva Barão)”, destacando que “A probabilidade do direito está claramente demonstrada, uma vez que a Agravante exerceu seu direito legal à substituição da penhora (artigo 847 do CPC), apresentando bem livre, desembaraçado e de valor expressivamente superior ao débito executado”, e que o perigo de dano reside no fato de que “o bloqueio integral de R$ 9.013,49 — valor que corresponde à totalidade da receita mensal da Agravante — tem causado sérios prejuízos à empresa, impedindo o cumprimento de obrigações já parceladas em outros processos judiciais e extrajudiciais, bem como o pagamento valores pertencentes exclusivamente ao espolio que são depositado nos autos de inventário do espólio do sócio falecido”. Deferido o benefício da assistência judiciária gratuita apenas para processamento do recurso, sem a concessão da tutela pretendida, o Agravado ofereceu contrarrazões (mov. 15.1), pugnando pelo não conhecimento do recurso por inovação recursal. 2. O recurso somente poderia ser conhecido no tocante à pretendida liberação liminar dos valores penhorados, por se tratar da única questão tratada na decisão agravada, porém seu julgamento resta prejudicado, ante a superveniente perda de objeto. Cuida-se de ação de execução de título extrajudicial promovido por Condomínio Edifício Park Avenue em 11/11/2024 (mov. 1.1) em face de Imobiliária Aviltar Ltda., buscando a execução do valor atualizado de R$.57.252,38 (mov. 1.1), relativos a taxas condominiais referentes aos meses de novembro de 2019 a novembro de 2020 (sentença – mov. 100.1). Realizada a citação (mov. 42.1) e decorrido o prazo (mov. 43.1), foi deferida a penhora pelo sistema Sisbajud (mov. 48.1), que resultou no bloqueio do valor de R$.9.013,49, em 17/09/2025 (mov. 63.3). A Ré então veio aos autos e ofereceu “contestação”, defendendo: a) que após o falecimento do sócio majoritário em 05/04/2021, “os sócios remanescentes tomaram conhecimento de que a empresa-executada havia contraído diversas dívidas, dente elas, a dívida exequenda”, precisando vender “a carteira de locação da empresa executada e a renda foi utilizada integralmente para pagamento das dívidas”, tornando “inviável a continuidade da empresa executada e em meados de julho/2021, ocorreu o encerramento de suas atividades, e desde então, não tem qualquer faturamento, e a sua única fonte de renda advém da locação dos imóveis de sua propriedade que somados importam atualmente cerca de R$10.000,00 (dez mil reais) por mês, e é utilizada integralmente para quitação as dívidas assumidas anteriormente”. Assim, pugna pela concessão do benefício da assistência judiciária gratuita; b) nulidade da citação, pois “a despeito de a Executada ser proprietária das salas 1002/ 1003, situadas na Rua José Loureiro, nº 603, centro, Curitiba/Pr, ambos estão locados para terceiros desde 2016 [...] nunca sendo estabelecida e nem tampouco exercido as suas atividades nesse local; também não conhece quem é a pessoa que recebeu e assinou a citação por A. R.”, afirmando que “a Executada tomou conhecimento da presente execução somente na data de 07/10 /2025, quando a sua representante legal ao acessar a conta bancária para fazer pagamentos das dívidas foi surpreendida com o bloqueio”; c) “a penhora sobre o faturamento da empresa, a rigor, deve ser deferida exclusivamente na hipótese de não haver bens para serem penhorados, serem estes insuficientes ou de difícil comercialização, conforme expressa redação do Art. 866 do CPC/15”, contudo “no caso dos autos, não há quaisquer elementos no processo que indiquem tentativas de encontrar bens passíveis de penhora”; d) “a constrição determinada nos autos se mostra manifestamente excessiva e desproporcional. O bloqueio do valor total na conta da Executada (R$ 9.000,00) correspondente praticamente à totalidade da receita mensal da executada, comprometendo gravemente sua capacidade de arcar com obrigações básicas e indispensáveis e principalmente as dívidas assumidas anteriormente”, requerendo, a substituição da penhora em dinheiro, oferecendo o “Conjunto nº 46 do Edifício Minerva Barão, matrícula nº 46.581 do CRI de Curitiba /PR, livre e desembaraçado, avaliado em R$190.000,00”. Ao final, pugnou pela concessão de tutela de urgência para ser determinado “o desbloqueio imediato dos valores atualmente constritos e a suspensão de quaisquer bloqueios futuros realizados sobre as contas da Executada, ou, alternativamente, a substituição da penhora pelos bens indicados pela Executada”. Sobreveio, a seguir, a decisão agravada (mov. 65.1), que indeferiu “a antecipação da tutela para imediato desbloqueio dos valores constritos via Sisbajud, considerando que a análise do pedido de substituição da penhora depende da prévia manifestação da parte exequente, nos termos do art. 847, § 4º, do CPC”. Inconformada, a Agravante/executada interpôs o presente recurso, pugnando pela: (i) concessão do benefício da assistência judiciária gratuita; (ii) declaração de nulidade da citação; (iii) subsidiariamente, a concessão de tutela de urgência liminar para determinar o desbloqueio imediato dos valores constritos nas consta da Executada”; (iv) alternativamente, “que seja homologada a substituição da penhora dos valores bloqueados pelo imóvel ofertado pela executada”. Pois bem. De início, da análise dos autos na origem, vê-se que após a interposição do presente recurso, o Exequente manifestou discordância ao pedido de substituição da penhora (mov. 74.1). Na sequência, o juízo a quo recebeu a petição de mov. 60.1 como exceção de pré-executividade, rejeitou a alegação de nulidade da citação, bem como indeferiu os pedidos de justiça gratuita e de substituição da penhora para imóvel oferecido, mantendo o bloqueio realizado (mov. 75.1). Desse modo, infere-se que as alegações aventadas na peça denominada “contestação” e reiteradas nas razões recursais, sequer foram apreciadas pela decisão ora recorrida, de modo que sua análise i mportaria em supressão de instância e violação ao princípio do duplo grau de jurisdição. Assim, caberia conhecer apenas a insurgência em face do indeferimento “da tutela para imediato desbloqueio dos valores constritos via Sisbajud, considerando que a análise do pedido de substituição da penhora depende da prévia manifestação da parte exequente, nos termos do art. 847, § 4º, do CPC”. Contudo, como o oferecimento de outro bem para constrição que deu embasamento à postulada liminar liberação dos valores bloqueados, houve a perda superveniente do objeto do recurso, na medida em que tal questão restou apreciada posteriormente pela decisão de mov. 75.1, com o indeferimento do pedido d a substituição da penhora e manutenção dos valores bloqueados, “considerando a recusa justificada do credor e a primazia da penhora em dinheiro”, nos termos do art. 835, inciso I, do CPC, além do que “a substituição de dinheiro (liquidez imediata) por bem imóvel (baixa liquidez, necessidade de avaliação e leilão) traz evidente prejuízo à celeridade da execução. Ademais, a executada declarou-se inativa (mov. 60.8), o que enfraquece o argumento de que o bloqueio inviabilizaria a atividade empresarial ou o pagamento de folha de salários, tratando-se apenas de receita de aluguéis”. Aliás, ainda que assim não fosse, de fato o art. 847, § 4º, do CPC prevê a necessidade de manifestação prévia pela parte exequente quanto à pretendida substituição de penhora e, ademais, não se verificam elementos nos autos quanto aos requisitos previstos no art. 300 do CPC para concessão da tutela de urgência para imediato desbloqueio do montante, sobretudo considerando que a Executada sequer alegou sua impenhorabilidade. A propósito: DECISÃO MONOCRÁTICA. AGRAVO DE INSTRUMENTO. AÇÃO DE BUSCA E APREENSÃO. LIMINAR DEFERIDA, COM A RESPECTIVA APREENSÃO DO VEÍCULO. INSURGÊNCIA DA PARTE RÉ. ALEGAÇÃO DE ABUSIVIDADE DACAPITALIZAÇÃO DIÁRIA DE JUROS E DESCARACTERIZAÇÃO DA MORA. MATÉRIA NÃO APRECIADA PELO JUÍZO DE ORIGEM. SUPRESSÃO DE INSTÂNCIA. IMPOSSIBILIDADE DE CONHECIMENTO DO RECURSO. RECURSO NÃO CONHECIDO. (ART. 932, III, CPC). (TJPR - 10ª Câmara Cível - 0142421- 21.2025.8.16.0000 - Maringá - Rel.: DESEMBARGADOR SUBSTITUTO ALEXANDRE KOZECHEN - J. 02.12.2025) AGRAVO DE INSTRUMENTO. PLANO DE SAÚDE. AÇÃO DE OBRIGAÇÃO DE FAZER C/C INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS. CUMPRIMENTO PROVISÓRIO DE SENTENÇA. DECISÃO QUE DETERMINOU À EXECUTADA O CUMPRIMENTO DA OBRIGAÇÃO DE FAZER. RECURSO INTERPOSTO POR ELA. TESES DE POSSIBILIDADE DE FORNECIMENTO DE PRÓTESE NACIONAL E DE PREJUDICIALIDADE EXTERNA COM O JULGAMENTO DE MÉRITO DA APELAÇÃO CÍVEL. INOVAÇÃO RECURSAL E SUPRESSÃO DE INSTÂNCIA. MATÉRIAS NÃO ANALISADAS NA ORIGEM. RECURSO MANIFESTAMENTE INADMISSÍVEL. NÃO CONHECIMENTO. NEGATIVA DE SEGUIMENTO. (TJPR - 10ª Câmara Cível - 0124106-42.2025.8.16.0000 - Colorado - Rel.: DESEMBARGADOR GUILHERME FREIRE DE BARROS TEIXEIRA - J. 11.11.2025) Desse modo, o agravo de instrumento se revela manifestamente inadmissível, ante a alegação de questões que extrapolam a decisão agravada e a perda superveniente do objeto, levando ao não conhecimento do recurso. 3. Diante do exposto, não conheço do agravo de instrumento, nos termos do artigo 932, inc. III, do CPC/15. Elizabeth M. F. Rocha Desembargadora
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